Novos lugares pra lá de especiais!

As estações do ano aqui na Turquia são bem definidas. Dia 20 de setembro, um dia antes da primavera sentimos que o verão chegava ao fim, o vento norte chegou frio, trazendo o ar gelado das montanhas. Acabou o período seco, desde abril não chovia aqui na região mais ao sul do país. Os dias já estão mais curtos e frios pela manhã e a noite e já anuncia que mais um mês e o inverno chega por aqui.
Decidimos conhecer algumas ancoragens enquanto as condições de tempo ainda permitem e levantamos âncora de Marmaris e velejamos para Ciflik, junto com os amigos do veleiro Tartuga, Osprey (veleiro em que o Renato participou da regata) e o Belvedere, de um casal de ingleses.
Jogamos ancora em frente à praia da pequena vila, água transparente, podíamos ver o fundo do mar olhando do convés. Descemos para caminhar com a Bella e no passeio o Renato quase pisou numa cobra que estava no caminho, ela se assustou e deu o bote mas o Renato tirou a perna e felizmente a Bella estava no meu colo. Seguimos caminhando mais atentos, lembrei que a Joana, do veleiro Chulugi (barco em que o Renato cruzou o Atlântico, do Rio de Janeiro a Cape Town) havia nos alertado para ter cuidado com as cobras por aqui.
A vila é composta por algumas casas de veraneio, dois restaurantes com mercadinho e um Pier onde estão atracados alguns veleiros, possivelmente de empresa de charter.
A baía é linda, a água muito limpa e com certeza no verão deve ser bastante frequentada, saímos para uma volta de dingue e depois nos encontramos com os amigos para uma uma cerveja num dos bares em frente à praia.
Na previsão do tempo havia mudança de vento e precisamos seguir em busca de uma ancoragem mais segura para o vento nordeste. Velejamos rumo à Dirsek, onde a transparência da água nos surpreendeu ainda mais. Ancoramos e podíamos ver o fundo do mar há quinze metros de profundidade, até que vimos que nossa corrente estava enrolada em um rocha e precisamos reancorar. O Renato mergulhou para avaliar (a água já está fria agora) e depois o Andy, do Tartuga, mergulhou também para procurar outro spot para jogar a âncora pois aqui, há lajes e muitas rochas se mesclando com a areia do fundo. É uma boa ancoragem mas tem que jogar a âncora no lugar certo!
Ao fundo da baía há um restaurante mais seletivo, com preços mais caros, já havíamos visto comentários a respeito e assim nem fomos em terra conferir. No fim do dia fomos para um happy hour no veleiro Tartuga e curtimos a companhia dos amigos entre drinks e jogo de cartas.
No dia seguinte, final do dia o vento chegou, com ele veio a chuva forte e granizo. O Renato estava acompanhando a movimentação da chuva no aplicativo e ela estava sobre uma área enorme e vinha da direção de Creta, Rhodes, pegando uma grande porção da Grécia antes de chegar por aqui. As rajadas chegaram perto de 80 quilômetros por hora e o vento só acalmou perto do amanhecer.
Em dias assim, o Renato coloca sua roupa de tempo e fica acompanhando a movimentação do barco. Eu fico dentro com a Bella, que às vezes se assusta com o barulho da tempestade. Mas nada como um dia atrás do outro…  Na manhã seguinte o tempo estava bom, saímos com o dingue do Tartuga para passear na baía e fizemos planos para mudar de ancoragem.

Esta liberdade que temos de mudar de lugar em lugar é muito boa, podemos só experimentar um lugar ou podemos nos demorar para curtir as coisas boas que o lugar oferece, temos nossa casa com a gente, os amigos por perto e muitos novos lugares para descobrir e assim lá vamos nós em busca de uma nova ancoragem.

Namastê 🙏🏻🇹🇷

10 de  Novembro  de 2022. Morando a bordo do veleiro SV Pharea na Turquia  🇹🇷

Publicado em #svphareanaTurquia🇹🇷 | 2 Comentários

Conhecendo Finike, Turquia 🇹🇷

Hoje vou contar de nossa ida a Finike, onde fizemos a renovação do “transit log”, um documento com validade anual, que autoriza a permanência do barco no país, onde também é declarada a sua tripulação.
Consultamos alguns agentes sobre a possibilidade de fazermos em Kas, Fethyie, Marmaris ou Bodrum, mas está havendo algumas mudanças nas regras e no momento a única opção era Finike.
Não tínhamos planos de ir para lá de barco, pois apesar de ter uma Marina, a área de ancoragem em frente à praia é totalmente desprotegida. Mas, fomos assim mesmo pois não havia outra opção.
No caminho entre Kekova e Finike ficamos muito impresssionados com o elevado número de estufas agrícolas, são milhares de estufas produzindo vegetais como tomates, pimentão, pepino, etc. por vezes em áreas planas nos vales entre as montanhas e noutras vezes em elevada altitude, aproveitando todos os espaços onde se pode colocar uma estufa e a infraestrutura necessária par fazê-la produzir, como água, eletricidade e acesso. Na imagem podemos identificar as estufas fazendo uma grande cobertura branca.
Vimos também que a antiga cidade de Demre, onde já havia ido de ônibus com o Teixeira (pai do Renato) e a Eliana, está literalmente cercada de estufas por todos os lados, havendo algumas delas que já ficam dentro da cidade. É uma paisagem muito impressionante.
Nos chamou a atenção que no logotipo da cidade de Finike tem o desenho de uma laranja, pois é uma grande e importante produtora de cítricos e no plano diretor da cidade, eles optaram pela expansão da área agrícola e redução da área turística. Assim a cidade se transformou num lugar charmoso e recebe muitas pessoas aposentadas que preferem ficar longe do barulho e da agitação do verão, como o som alto nos barcos de passeios e nos “night clubs”.
Quando chegamos fizemos a ancoragem em frente à praia e o Renato e o Andy (do veleiro Tartuga) foram para a terra procurar o agente para os procedimentos de renovação do trânsit log e eu fiquei no veleiro pois estava com vento e rajadas chegando a 21 knots. A renovação foi possível e quando o Renato retornou o vento já havia diminuído e assim fomos juntos conhecer a cidade e passamos para tirar uma foto com o agente.
Há vários canais que vem da montanha e desembocam no mar e passam enfeitando a cidade, há bares e restaurante ao longo do canal e lindas passarelas para pedestres, enfeitadas com flores, geralmente Buganvílias, que dão um toque muito especial. Nesta região também é extraído um tipo de calcário Um tipo de calcário que é vendido como material de construção decorativo, de cor creme com uma estrutura homogênea, densidade média  e extremamente leve, o que a torna ideal para uso na construção e também de ruelas por onde passam apenas veículos leves.
Finike chamava-se Phoenix e foi fundada pelos fenícios no século 5 A.C. Tendo por aqui passado muito povos, porém segundo os arqueólogos a área foi habitada por muito mais tempo do que isso, eles encontraram evidências que a área era ocupada desde 3.000 A.C.
É fantástico imaginar tantos impérios como os Fenícios, os Romanos, os Gregos, os Bizantinos e os anteriores a eles, vivendo nestas altas montanhas e aproveitando a costa para o comércio e a navegação. Tantas guerras foram travadas aqui e agora fazem parte de um passado remoto que pouco nós pouco conhecemos.
Valeu conhecer, bem tranquila, pequena e muito agradável passear entre os canais, com suas pontes floridas e uma beira mar passando pela Marina onde se concentram bares e restaurantes.

Namastê 🙏🏻🇹🇷

15 de setembro de 2022. Morando a bordo do veleiro SV Pharea na Turquia. 🇹🇷

Publicado em #svphareanaTurquia🇹🇷 | Deixe um comentário

Participando de regata na Turquia 🇹🇷

Estamos em Marmaris, na Turquia, onde existem duas grandes marinas e mais umas duas ou três menores e há um fluxo grande de veleiros, super iates russos e outras grandes embarcações e aqui, como em outras cidades da costa turca acontece a regatta de outono e o Renato teve a oportunidade de participar da 33° Marmaris International Race Week.
O convite veio através de um amigo que possui um lindíssimo veleiro de 60 pés, fabricado na França, pelo estaleiro CNB.
O evento ocorreu durante toda a semana de 22 de outubro a 28 de outubro, com as diversas classes iniciando pela manhã e encerrando a tarde, exceto em um dia que a regata inicialmente tinha o prazo de 30 horas e depois foi reduzida para quinze horas.
O vento não foi aquele que era esperado, foi uma semana com manhãs tranquilas e com entrada de vento no período da tarde, mas isso também faz parte das dificuldades que cada uma das tripulações teve que enfrentar.

Tripulação esperando o vento 😂😂😂

A regata teve 124 barcos inscritos em 9 categorias e a baía de Marmaris naquela semana se vestiu com inúmeras cores das velas de balão formando uma paisagem belíssima. Checando o site oficial da regata vimos que massivamente o maior número de participantes eram russos, aliás nestes tempos de guerra com a Ucrânia, muitos russos têm vindo para a Turquia por conta da facilidade e da proximidade.

No barco onde o Renato estava eram 9 tripulantes (o dono australiano, sua namorada turca, um canadense, um russo, um búlgaro, um jamaicano, outro turco, o Renato brasileiro e outro Ingles). O barco era equipado com recursos elétricos nas catracas e abertura de velas, facilitando muito o trabalho da tripulação. O Renato, curtiu muito participar da regata.
Sem dúvida valeu super a pena esta experiência e eu e a Karina do Veleiro Tartuga aproveitamos para praticar com o bote, indo e vindo para a cidade todos os dias para passear e levar a Bella caminhar.
Todas as noites na semana da regata houve o fechamento com os resultados diários, muita música, drinks e confraternização, valeu muito!
Só a agradecer pela oportunidade de participar da 33° Marmaris International Race Week, que foi a primeira regata aqui fora que o Renato participou e garantiu assim a bandeira brasileira no evento!

Namastê 🙏🏻🇹🇷

28 de outubro 2022. Morando a bordo do veleiro SV Pharea em Marmaris, Turquia. 🇹🇷

Publicado em #svphareanaTurquia🇹🇷 | 1 Comentário

De Portugal 🇵🇹 para a Turquia 🇹🇷: recebendo amigos!

Por vezes quando estamos ancorados há muito tempo em algum lugar e já conhecemos o bastante, a rotina começa a se instalar e os dias passam mais lentamente… Porém isso se alterou completamente com a ideia da vinda dos amigos Luiz e Luíza… Estávamos em Kas e precisávamos nos deslocar mais a noroeste, ir para uma cidade mais próxima de Dalaman, que é o aeroporto da região e depois organizar o barco e pensar no que poderíamos fazer para aproveitar ao máximo a vinda deles para cá e em meio a isso controlar a expectativa e uma pontinha de ansiedade… Pois ainda não nos conhecíamos pessoalmente.
Esse foi o cenário de nosso encontro, eles vieram de Portugal e passaram dois dias com a gente e depois seguiram para “descobrir” Istambul.
Relembrando, nosso primeiro contato foi em função do blog, que o Luiz lendo nossos relatos tomou a iniciativa de nos contatar, isso em 2020… E as conversas entre ele e o Renato se tornaram cada vez mais frequentes e o assunto escolhido era praticamente infinito… conversavam sobre vela, navegação, equipamentos e um arsenal de temas ligados ao mundo náutico e no caminho dessas frequentes conversas foi nascendo um laço de amizade… Passou o Covid, viemos para a Turquia, começou a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, passou o verão de 2022 e no começo desta primavera o Luiz e sua esposa Luíza vieram nos conhecer pessoalmente.
É incrível quando nos identificamos com alguém, é algo maravilhoso, a amizade flui naturalmente, e quanto mais conversamos, mais nos entendemos e trocamos experiências e conhecimento sobre os mais variados assuntos.
E aqueles dias que estavam passando lentamente de repente voaram com a chegada deles. Queríamos ter mais tempo para mostrar um pouco da cultura local, as comidas típicas, as especiarias, a arte em cerâmica e a riqueza das luminárias feitas à mão, usando espelho, miçangas coloridas e harmonizadas em desenhos incríveis.
Aproveitamos para passear pelas ruas de Fethyie, apreciando sua beira mar repleta de embarcações, eu e a Luíza entramos em algumas lojas, depois passamos por muitos bares e restaurantes lotados de turistas e assim eles puderam sentir o “clima” da cidade.
E é claro que no dia seguinte saímos para velejar. O dia estava lindo, ensolarado, quente, com vento de 10 a 17 knots, abrimos as velas, o Renato revezou o comando do barco com o Luiz.
Rumamos em direção a Göcek e depois retornamos a Fethyie, almoçamos sem pressa, conversamos sobre os planos futuros, a simplicidade que podemos trazer para a vida, a tranquilidade que podemos nos permitir ter e a essência de tudo isso, o que realmente importa, que são as escolhas, capazes de nos conduzir para aquilo que nos traz alegria e tranquilidade.
Passamos dois dias maravilhosos, curtindo muito a companhia deles, que só fizeram comprovar o que já sabíamos, que são um casal muito especial, muito unidos, generosos e com certeza faremos acontecer muitos outros encontros, assim como eles fizeram desta vez.
Só a agradecer pela vinda de vocês.  Namastê!
“Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.”
                                    Fernando Pessoa.

10 de outubro de 2022. Morando a bordo do veleiro  SV Pharea em Fethiye, Turquia. 🇹🇷

Publicado em #svphareanaTurquia🇹🇷 | 1 Comentário

1 ano de vida a bordo na Turquia 🇹🇷

Hoje, 26 de setembro, faz 1 ano que estamos morando a bordo na Turquia 🇹🇷.

Quando iniciamos nossa vida a bordo na Europa, após comprarmos o barco na Croácia 🇭🇷 em 2018, nem imaginávamos que poderíamos ou que iríamos nos demorar tanto nos lugares. 3 meses na Croácia 🇭🇷, 2 meses e meio em Montenegro 🇲🇪, 3 meses na Grécia 🇬🇷, 7 meses na Itália 🇮🇹, 1 ano e meio na Tunísia 🇹🇳, 3 meses em Malta 🇲🇹 e agora 1 ano na Turquia 🇹🇷. Creio que essa falta de urgência em navegar rápido por todos estes países se dá pela nossa escolha de conhecermos mais a fundo os lugares, sem compromissos de agenda ou qualquer outra pressão. No mar a pressão que sofremos é decorrente das condições climáticas e das questões relacionadas a nossa permanência, como estrangeiros nos diferentes países.

Também aqui na Turquia 🇹🇷, foi a primeira vez que passamos o inverno todo na âncora, sem o suporte de uma Marina. Foram muitos os dias frios, chuvosos e ventosos, principalmente quanto o vento soprava do norte, sempre frio e forte, o que fazia com que ansiássemos pela mudança de estação. A neve chegou e pudemos apreciar o topo e as encostas das montanhas que nos cercavam na ancoragem, não mais rochosas e sim brancas, fazendo o visual ainda mais belo. Internamente no barco, não usamos aquecedor e a temperatura mais baixa foi de 3 graus. Para nós foi uma vitória fazer isto e acredite, não foi tão difícil, até porque este ano planejamos fazer novamente.

A Turquia 🇹🇷 é muito bonita, até agora conhecemos a Costa Turquesa, chamada de Riviera Turca, onde se concentra o turismo da costa sudoeste banhada pelos mares Egeu e Mediterrâneo onde há a oferta de muitos passeios de barco, desde pequenas saveiros até escunas gigantes, aqui chamadas de “gullets” que tem seu registro em muitas fotos de turistas, inclusive nós, que sempre nos deparamos com diferentes modelos e tamanhos de escunas.

Provavelmente teremos a oportunidade de irmos para o norte e conhecermos Istambul, uma das cidades mais importantes do mundo, o canal de Bósforo, o Mar Negro e também  Capadócia com seus balões e  formações rochosas únicas,  mas ainda teremos que planejar essa saída.

A interação com os turcos é muito boa, são receptivos, alegres e gostam de estrangeiros e muito de brasileiros 🇧🇷, sempre nos perguntam do Alex de Souza, que é um ídolo do futebol por aqui e acreditem, tem até uma estátua dele em Istambul e eles realmente parecem gostar do Brasil 🇧🇷.

Fonte: Gazeta do Povo

Depois que saímos de Monastir, passamos por Malta 🇲🇹 e Itália 🇮🇹 e nos encontramos com o veleiro Tartuga na Grécia 🇬🇷 e decidimos seguir viagem juntos da Grécia 🇬🇷 para a Turquia 🇹🇷 e assim nos apoiarmos mutuamente em caso de algum imprevisto ou necessidade que felizmente não tivemos até agora, foram muitos bons momentos e ótima parceria durante este tempo e assim como em terra temos bons vizinhos para nos socorrer em qualquer necessidade, como às vezes para emprestar um ingrediente, dar uma  carona e assim por diante. O Andy e a Karina tem sido nossa família por aqui e isto nos deixa muito felizes 😁 e hoje fizemos um churras de hamburgers para comemorar nosso ano juntos aqui na Turquia.

A região que conhecemos tem uma geografia bem expressiva, são altas montanhas, água límpida azul turquesa e vegetação é de pinus ou rasteira, pois a prevalência é rochosa, apresentando   também muitas lindas cavernas, onde tivemos o prazer de desfrutar suas belezas fazendo stand up ou mesmo entrando de bote. Também as cidades, pequenas ou maiores, todas tem sua beleza e se enfeitam para receber um grande número de turistas, principalmente europeus, que desfrutam de um local próximo, belíssimo e com um câmbio ultra favorável.

Outra atração maravilhosa é o “Caminho da Lícia” com mais de 500 quilômetros onde o caminhante contorna cidades e montanhas e aprecia muitas ruínas de antigas cidades, sarcófagos e tumbas escavadas nas encostas rochosas que datam de 2.400 anos atrás. Culturalmente é muito interessante e há muito para ver.

Como estamos nesta região do Caminho da Lícia, sempre que ancoramos em algum lugar, procurarmos a trilha deste pedaço para fazer e descobrir velhas cidades. É um turismo diferente, só depende de ter tempo, fazer sua mochila e seguir adiante, vislumbrando a riqueza construída pelos povos que habitaram a região desde muito antes de Cristo.

Este ano foi também o ano que recebemos mais visitas, todos embriagados pela vontade de sair, viajar e se libertar dos “tempos de Covid” o que para nós foi muito especial, receber a atenção e carinho de familiares e amigos, que estão sempre conosco no coração ❤️. Aqui também fizemos novas e prestativas amizades, que nos possibilitaram requerer a residência temporária facilitando a nossa jornada.

Um fato que nos entristeceu foi estarmos  próximos da Rússia, pois acompanhamos quase que diariamente sua investida contra a Ucrânia e por aqui temos visto muitos russos aproveitando o verão, o que já não podem fazer em muitos outros países devido às restrições impostas em decorrência das ações e desmandos políticos de seu presidente.

Tirando isso,  nós só temos a agradecer por tanto, por ter uma vida tão tranquila e junto a pessoas que como nós querem estar felizes sem para isso precisar se comprometer com muitas coisas… simplesmente vivenciar as experiências, curtir e se concentrar no presente, que é tudo o que temos, pois como dizem os sábios: o passado já passou, o futuro ainda não chegou… assim o que temos é o presente. Namastê 🙏🏻🇹🇷

26 de setembro de 2022. Morando a bordo do veleiro SV Pharea na Turquia 🇹🇷.

Publicado em #svphareanaTurquia🇹🇷 | 3 Comentários