Achamos um lugar lindo para mergulhar 🇻🇨

Nossa segunda ancoragem no Caribe, foi em St. Vincent and the Grenadines, em Chantam Bay e como é outro país, precisávamos fazer nossa entrada no escritório local em Clifton, Union Island.

Como preferimos ancorar em frente a praia e fora da cidade, caminhamos até a cidade para carimbar nosso passaporte e para isso deixamos a Bella no barco dos amigos Ana e John e eles nos levaram até a praia e de lá começamos a trilha para a cidade.

Subimos pela trilha da praia até a estrada, no caminho encontramos alguns moradores locais, todos eles são simpáticos e cumprimentam ao passar.

Passamos por duas ou três praias realmente lindas, isoladas, com recifes de coral e água cristalina.

Vimos também muito lixo no caminho, pilhas e pilhas de lixo, um dos problemas estruturais das ilhas é a falta de destinação correta dos resíduos.

E enfim, após 6 km chegamos no centrinho da vila e fomos direto fazer a imigração e a entrada do barco. Um dos oficiais saiu para almoçar e tivemos que esperar 1h30m e o que ficou, sem nos avisar, cobrou uma taxa extra porque era horário de almoço 🙄.

Passamos no mercadinho da cidade para comprar ovos (15 ovos por 48 reais 😱).

Fizemos o caminho de volta e estava muito quente, achei que ia “largar a chuteira” mas o Renato foi me animando e chegamos no barco exaustos.

A praia em frente a ancoragem é bem bonita mas o ponto alto foi mesmo o mergulho de snorkel.

Vimos uma quantidade incrível de vida marinha: inúmeras lagostas, moréia, polvo, tartaruga, estrelas do mar, serpente marinha e peixes de todas as cores. Eu vi um peixe grande, com mais de um metro e fiquei impressionada com ele.

Havia também uma vegetação como leques e uma formação que se assemelha com vasos de argila e várias outras plantas aquáticas por onde os peixes nadam e se escondem.

Aproveitamos bem essa ancoragem, mergulhamos todos os dias com clima quente de 28 graus permanentes!

Namastê 🙏🏻

04 de fevereiro de 2024. Morando a bordo do veleiro SV Pharea em St. Vincent and the Grenadines 🇻🇨

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Grenada 🇬🇩 nosso primeiro país no Caribe!

Finalizamos nossa travessia do Atlântico e nossa primeira ancoragem no Caribe foi na ilha de Carriacou, em Tyrrel Bay. Uma pequena vila onde há o escritório para darmos entrada e saída do país, Grenada.

Por isso há muitas embarcações ancoradas na baía, que tem duas pequenas marinas e suas respectivas áreas de serviço náutico.

Aqui encontramos com o Bruno, nosso querido amigo dos tempos da praia dos vagabundos, em Paraty, e dois outros casais de brasileiros, Veronica e Leco e Carol e Ayres.

Também reencontramos a Ana e o John, que estavam no Brasil no ano passado, e Lori e Paul e Gül e Bobby que estávamos juntos nas Canárias e que também cruzaram o Atlântico.

Muito bom reencontrar a todos e fazer novas amizades neste outro lado do mundo!

A ilha é muito verde, toda coberta pela vegetação, o mar tem águas claras, vento constante de 30 a 40 km/h e muita chuva, várias vezes durante o dia. O barco está limpinho e sem acúmulo de sal, o que é ótimo! Por outro lado, precisamos estar sempre atentos para não deixar o barco aberto, ou as coisas fora, onde possa molhar. Nestes dias tomamos alguns banhos de chuva quando estávamos indo ou voltando da vila com o bote… nos disseram que janeiro é um mês de pouca chuva, porém este ano está atípico. Pharea com dois lindos arco-íris no click da Lori!

A Bella descansou da travessia e saímos pouco com ela do barco, pois encaminhamos o pedido para dar a entrada dela, mas os dias se passaram e não tivemos resposta.

No entorno da ilha há varias áreas de mangue, o que não viamos há muito tempo e tem um canal no meio do mangue, que servem de abrigo para colocar os barcos durante o período de furações, que vai de junho a novembro.

Aproveitamos esses dias com os amigos. Fomos até Paradise Beach Club para passar a tarde e lá pintamos uma plaquinha com o nome do barco e encontramos várias de barcos brasileiros que passaram por lá, alguns conhecidos e outros não.

Também fizemos uma trilha, com os amigos brasileiros, até a praia do outro lado da ancoragem encontramos muitas conchas, chamadas “lambi” que contém um molusco que é um dos pratos típicos daqui. Eu experimentei e achei bom, sabor suave como frango.

Dois dias antes de sairmos, mergulhamos na encosta da ancoragem e mesmo com a água um pouco turva, devido as ondas formadas pelo vento constante, vimos muitas espécies de peixes… amarelos, azuis, alaranjados, vermelhos e o mais especial do mergulho foi ver o peixe trombeta, lindíssimo. Nos seis anos no Mediterrâneo não vimos o que vimos aqui em apenas um dia. Além disso estamos com temperatura média de 28 C° e a Europa enfrenta tempos frios agora, o que não deixa saudades.

Sair da Europa e chegar aqui nas pequenas cidades, dos países caribenhos, requer uma adaptação. As ilhas aqui parecem ainda intocadas, aqui onde estamos tem somente a infraestrutura mínima para atender a pequena população local. Não há hotéis e resorts, as vilas que conhecemos não tem o charme daquelas do Mediterrâneo, preparadas para encantar o turista. O comércio local resume-se a um ou dois mercadinhos e barracas de frutas e vegetais, onde pode-se comprar côco, inhame, mexerica… há pouca oferta de vegetais e os preços em geral são mais caros que na Europa. Vimos no mercado 200 gramas de café a 44,00 dólares caribenhos, que dá 88,00 reais. A água mineral de 5 litros custa 26,00 reais e no posto de combustível, para colocar água no tanque do barco, custa 0,25 dólares caribenhos por litro… temos capacidade para 300 litros, então pagamos 150,00 reais. Os preços são um absurdo.

Creio que o que torna o Caribe espetacular é o clima quente e a natureza, com lindas paisagens, águas claras, poder mergulhar na popa do barco e encontrar uma quantidade incrível de vida marinha, é maravilhoso!

Outro fato interessante é que o arco do Caribe é composto por vários pequenos países, que antigamente eram colonias inglesas, francesas, holandesas e que ficaram independentes. Por isso a população é praticamente toda negra, já que as colônias trouxeram os escravos para trabalhar nas terras quando as dominaram. As ilhas são bem próximas e com navegadas curtas podemos nos mudar de um país para outro.

Estamos só no começo e temos muito a conhecer e aprender por aqui. A cada dia vamos nos adaptando e descobrindo as particularidades dos lugares por onde passamos e curtindo cenários lindíssimos criados pela mãe natureza!

Namastê 🙏🏻

30 de janeiro de 2024. Morando a bordo do veleiro SV Pharea em Carriacou, Grenada 🇬🇩

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24 dias no mar. Travessia do Oceano Atlântico Norte!

Depois de 24 dias navegando, enfim chegamos no Mar do Caribe.

Navegamos 6.000 km durante nossa travessia do oceano Atlântico, tivemos uns poucos dias sem vento suficiente para manter as velas abertas, porém por quase 20 dias nos deslocamos só com a força do vento numa velocidade média de 12 km/h.

Que sensação maravilhosa estar em meio aquele oceano enorme e profundamente azul… sendo um pontinho levado com o vento! O silêncio da navegada era cortado pelo barulho contínuo das ondas batendo no casco do veleiro e pelo vento assobiando no estaiamento do barco. No caminho ouvimos algumas transmissões no rádio VHF, contatamos com dois navios que passaram a algumas milhas de distância e vimos alguns pássaros e outras aves migratórias gorgeando quando passavam pelo barco.

Nosso trabalho era cuidar da navegação e para isso nós nos revezamos na vigília de 3 em 3 horas e confesso que ao final já estávamos bem cansados, precisando dormir por um dia inteiro.

Depois que descemos das Canárias até próximo a altura de Cabo Verde, o Capitão liberou fazermos os turnos noturnos dentro do barco e não mais no cockpit, como foi na primeira semana. Assim acompanhávamos os dados de navegação pelo iPad e saíamos para checar o entorno lá fora a cada 30 minutos, ficou bem mais confortável.

Saímos com lua cheia e depois a medida que ela foi diminuindo o céu começou a ficar mais escuro e ao mesmo tempo claro com tantas e tantas estrelas e planetas que podíamos ver. Um céu inesquecível, como nunca havia visto antes!

Tivemos vários dias bem desconfortáveis devido ao swell, a ondulação fazia o barco subir, descer e balançar de um lado para outro. As vezes era difícil se segurar e sentávamos os três no chão do cockpit esperando acalmar. Felizmente não tivemos enjoo durante toda a travessia, o que foi ótimo!

Para nossa segurança usamos colete salva vida sempre. Um modelo mais justo que não incomoda os movimentos e nos mantém presos ao barco. Evitando qualquer incidente.

O ponto alto da travessia foi a emoção de navegar com as baleias. Elas passaram ao lado do barco, eram Baleias Fin, ou também chamadas de Baleias Comuns.

Elas podem medir até 29 metros e podem viver por até 90 anos. Foi emocionante vê-las passando tão pertinho, mas também deu um pouco de medo de que pudessem bater no barco.

Uma delas ficou por mais de 3 horas brincando envolta do barco, passando por baixo dele… foi um presente maravilhoso!

E de problemas, tivemos somente um, há 1.400 km antes da chegada, que nos impediu de continuar usando a vela da proa (genoa).

Estávamos velejando com a armação em asa de pombo e numa rajada de vento o barco girou e voltou para o rumo, porém neste movimento a rajada entrou por trás da vela com tal força que fez com que o pau de spi dobrasse ao meio. Era madrugada, ouvimos o barulho e o Renato saiu para checar o que havia acontecido e quando retirou o pau de spi dobrado e recolheu a genoa, sentiu que o cabo da genoa havia saído do enrolador… para colocá-lo novamente precisaríamos abrir o enrolador, que fica na proa do barco e com todo o balanço que tínhamos, ele ficou com receio de abrir e perder alguma peça e assim seguimos até a chegada somente com a vela mestra, o que diminuiu um pouco nossa velocidade média.

Pegamos um lindo e delicioso Dourado, mas nos dias seguintes começamos a passar por muitas algas, as vezes parecia um tapete amarelo no mar… era lindo de ver… só agora o Renato comentou que pode ser perigoso quando há uma grande quantidade, pois pode engatar no leme e danificar.

Com elas não pescamos mais, pois engatavam na isca e acabamos perdendo várias.

A Bella estava assustada com o barulho produzido pelas ondas, pelo vento e também pelo balanço do barco, tendo dificuldade às vezes de se equilibrar, porém a medida que o tempo foi passando, ela foi se acostumando e ficou bem!

Durante toda a viagem vários peixes voadores caiam no convés e pulavam se debatendo e a Bella latia sem parar avisando que havia algo lá fora.

Apesar dos dias com muito balanço que tivemos, consegui seguir o cardápio que havia estipulado para a travessia, deu até para fazer um bolo, torrar amêndoas e ao chegarmos ainda tínhamos frutas e vegetais frescos. Nosso provisionamento e armazenamento foram ótimos!

Uau… a travessia foi um desafio e tanto, olhando agora o percurso que fizemos, onde estivemos, lembrando de tantos dias entre céu e mar, emerge um grande sentimento de realização!

Naqueles 24 dias tivemos várias condições de tempo, ondas altas, sol, chuva, mais vento, menos vento, noites claras e escuras e nós também as vezes nos sentíamos mais dispostos ou mais cansados, ansiosos e outras vezes calmos, felizes e às vezes pensativos, as vezes com frio, as vezes com calor, as vezes secos e as vezes molhados… mas sempre motivados a alcançar nosso objetivo de concluir a travessia e chegarmos bem e agora que chegamos, lembrar da travessia é bem mais fácil do que ela realmente foi… porém é assim com várias outras coisas também, temos uma pré disposição em lembrar mais dos bons momentos em detrimento daqueles que não foram tão bons!

Ano novo 2024

Saída La Gomera, Ilhas Canárias em 25/12 e chegada em Carriacou, Grenada em 18/01/2024.

Namastê 🙏🏻

18 de janeiro de 2024. Morando a bordo do veleiro SV Pharea em Carriacou, Grenada 🇬🇩 Mar do Caribe.

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Partindo para a travessia do Oceano Atlantico!

No começo desta semana a Talita, nossa meteorologista que nos acompanhará durante a travessia do Atlântico, indicou uma boa janela de tempo para nos lançarmos rumo ao Caribe, a previsão era para sábado, dia 23 de dezembro, mas o tempo não colaborou e remarcamos para dia 25, segunda.

Marina em San Sebastian de La Gomera

Após quase 3 meses nas Canárias e 6 anos navegando pelo mediterrâneo, conhecendo muitos lugares e desfrutando de cada ancoragem, chegou a hora de rumarmos em direção às Americas!

Nosso tempo estimado para fazer a travessia é de 21 a 25 dias de travessia. São cerca de 2.800 milhas náuticas (5.200 km) e o Renato e eu vamos nos revezar em turnos na navegação e nos cuidados com a nossa linda Bellinha.

Assim corremos para as atividades finais… compras de “frescos” como legumes, verduras e carne; levar a roupa para a lavanderia para sair com tudo limpo, dar banho na Bellinha, cozinhar alguns pratos para os primeiros dias, que são os mais difíceis de adaptação.

O Renato verificou e não há departamento de imigração em La Gomera para fazermos nosso check-out, assim precisamos pegar um ferry até Santa Cruz de Tenerife para fazermos nossa saida. Pegamos o ferry cedinho, passamos o dia na cidade, carimbamos nosso passaporte e ficamos prontos para sair.

Últimas compras realizadas, barco organizado e abastecido, instalamos os painéis de tecido nas laterais do cokpit para nos protegermos dos respigos das ondas, tudo ficou pronto e é hora de nos despedirmos “deste lado do mundo”.

Será uma mudança grande, saímos de lugares antiquíssimos, cheios de história que presenciamos agora e que já tínhamos visto nos livros da escola… agora partimos para lugares onde nos conectaremos mais profundamente com a natureza e próximos da linha do Equador aproveitaremos o sol o ano todo, os banhos de mar e os mergulhos e com certeza aquilo que hoje parece muito, o que estamos deixando para trás, em pouco tempo ficará na lembrança e preencheremos este espaço novamente com o que vamos conhecer e desfrutar nas ilhas caribenhas.

Para a travessia usaremos o Garmin Inreach, que será nosso meio de contato, tanto para a troca se mensagem como para acompanhamento do trajeto que faremos.

Siga com a gente! acesse o link abaixo e escolha enviar “mensagem” ou “revisar recentes” para ver o “rastro” de onde estamos. O aparelho já está ligado e você pode testar acessando o link: https://share.garmin.com/MKQZ4

Foram ótimos os anos que passamos por aqui. Agora uma nova etapa se inicia e esperamos que os melhores ventos nos levem ao nosso destino e que nosso querido e competente Comandante Renato nos conduza com a habilidade e segurança de sempre… próximo post… direto do Caribe, possivelmente de Grenada!

Namastê 🙏🏻

25 de dezembro de 2023. Morando a bordo do veleiro SV Pharea em La Gomera, Ilhas Canárias, Espanha 🇪🇸

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La Gomera, nossa última ilha nas Canárias 🇪🇸

Dezembro começou e se aproxima a data de nossa travessia atlântica. Esperamos pela melhor condição de tempo para sairmos e aproveitarmos os ventos Alísios que nos levarão até o Caribe. O Renato tem feito todas as manutenções e trabalhado para deixar tudo preparado para sairmos.

Ancoramos em Gran Rey, na ilha de La Gomera, próximo ao porto, em frente a um paredão rochoso bem alto e uma pequena praia de areia escura vulcânica ao lado. Havia vários outros barcos na ancoragen, alguns dias mais de vinte. No porto há um ferry que transporta os turistas entre as ilhas e vários barcos de passeio que saem para a observação de baleias em mar aberto!

No porto há um local permitido para deixar o bote (ah! como é bom!) E ali mesmo, todos os dias duas lindas Raias passeiam pela água rasa, atraindo as pessoas para observá-las e elas são grandes (dois metros de envergadura) e nadam graciosamente!

Estávamos com os amigos Gül e Bobby e fizemos uma caminhada até o topo da montanha no Parque Garajonay, foi muito legal, muitas plantas Canárias pelo caminho, rochas de diferentes cores e formatos e um zig zag rumo ao topo que parecia não ter fim. Mas valeu a pena, naquele dia fizemos 16 km e voltamos cansados para o barco!

A pequena cidade é tranquila, com alguns hotéis e resorts, uma beira mar bem longa que liga a outra praia e novamente hotéis, bares e restaurantes para atender os turistas que passam por aqui. No entorno da cidade há plantações de banana, muito bem manejadas e a qualidade é excelente, doces e “gordinhas”.

Mesmo estando abrigados do vento, pela sombra que a montanha nos proporciona temos sofrido com o constante swell, que balança o veleiro continuadamente.

Tivemos algumas noites bem difíceis, com dificuldade para dormir e também a Bella estava assustada com os ruídos e o balanço contínuo. Mas não há opção e assim, como me disse a Rosa, uma amiga esponhola: Se vives no mar e se ele não está calmo… por certo que vai balançar!

Porém já estávamos cansados do balanço e o Renato decidiu ir para a marina em San Sebastian uns dias antes do previsto para descansarmos, e provisionarmos o barco com comida, água e combustível para a travessia. Assim pudemos deixar tudo pronto para a partida. Na cidade há um grande mercado onde achamos praticamente tudo o que precisávamos e tivemos tempo de colocar tudo em ordem e descansar.

A cidade de San Sebastian é adorável, há algumas ruelas que preservam as antigas casas de pedra, as ruas são calmas, há vários bares e restaurantes próximos e sempre lotados de turistas e muitos velejadores.

Subimos ao mirante e lá uma placa faz um breve resumo de como a ilha de La Gomera sofreu no século 18 com frequentes ataques de vários países europeus que queriam sua posse. Ela era conhecida porque daqui saiam as caravelas para lançarem-se rumo as Américas. Há menções desses fatos espalhados pela cidade, inclusive uma escultura do descobridor Cristovam Colombo.

De costas para o mar, olhando para o vale há quase sempre uma bruma, como uma névoa baixa e soubemos que essa situação ocorre devido aos altos índices de poluição do ar, decorrente da emissão de gases oriundos das usinas de desanilização, de incineração do lixo produzido na ilha, de usinas de cimento e outras. Isso foi uma má surpresa que não esperávamos e pudemos sentir o efeito com o nariz congestionado e ardência nos olhos. Bem a ilha precisa prover e gerir todos os recursos necessários a sua população e ao grande numero de turistas que passam por aqui.

Fora isso, adoramos a cidade, organizada, limpa, com calçadão em frente a beira mar e agora enfeitada e com atividades para celebrar o Natal. Vimos um coral cantando em frente a Igreja e teatro sobre a vinda do papai-noel!

Agora já estamos ansiosos para sair e depois vencidas algumas milhares de milhas chegarmos em Grenada no Caribe.

Namastê 🙏🏻

20 de dezembro de 2023. Morando a bordo do veleiro SV Pharea em La Gomera, Ilhas Canárias, Espanha 🇪🇸.

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